Já na semana anterior a minha mãe me tinha perguntado mil vezes se eu estava enjoada, e eu fiquei toda contente porque não sentia absolutamente nada. Ora, parece que falei cedo demais! Nesta semana é que os famosos enjoos começaram a aparecer. Não foi nada muito exagerado, mas só mais tarde é que percebi melhor quais os cheiros e sabores que enjoei MESMO!
Para além deste “querido” sintoma senti também algum cansaço e as minhas gengivas ficaram muito sensíveis – sangravam mais e chegaram mesmo a inchar imenso.
Também senti algumas tonturas e quebras de tensão. Mas fora isso sentia-me bem, contente, bem-disposta e até meia tolinha – assim super descontraída e muito, mas muito distraída. Entretanto comecei a achar que os meus neurónios (que já não devem ser muitos) estavam todos a passar para o bebé. Comecei a ter alguma dificuldade a concentrar-me nas conversas, a perceber ironias e chalaças (coisa em que eu sou perita), a esquecer-me das coisas, a trocar palavras e a perder o vocabulário.
Oh, Deus, que mais me irá acontecer?!(Notam-se já a presença de botões dos membros superiores e inferiores. Começam a aparecer os olhos e os ouvidos sob a forma de vaso óptico e otocisto. Aparece o coração que, com câmaras duplas visíveis, começa a bater. Uau!)
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